A Polícia Civil passou a investigar a ligação entre Aparecida Silva Ribeiro, de 51 anos, e Francisco Geraldo da Silva, de 84, encontrados mortos em um córrego na zona rural de Jacuí.
Os corpos foram localizados em 2 de agosto, parcialmente submersos nas proximidades da ponte do Muro dos Escravos, às margens da BR-265. A apuração indicou que as vítimas sofreram golpes de faca antes de serem lançadas na água.
Um filho de Aparecida, de 25 anos, foi preso em flagrante e teve a prisão convertida em preventiva. Ele foi apontado como principal suspeito, mas a definição de responsabilidade depende do andamento do inquérito e do processo judicial.
Aparecida trabalhava como diarista e vivia em um sítio. Francisco, conhecido como Chico da Usina, era aposentado e morava na Vila Formosa. A hipótese inicial era que eles se conheciam de vista, sem relação íntima conhecida.
Pelo menos cinco pessoas haviam prestado depoimento. A polícia também recolheu celulares, um computador, roupas com manchas de sangue, um simulacro de arma e outros objetos na casa onde o suspeito foi encontrado.
O marido de Aparecida foi ouvido e liberado após prestar esclarecimentos. Os investigadores analisavam contradições nos relatos e pretendiam concluir o inquérito depois das demais diligências.
